domingo, 15 de março de 2026

A Bíblia é confiável?


Usando os mesmos critérios pelos quais julgamos as outras obras históricas, a Bíblia não só é confiável, mas é mais confiável do que quaisquer outros escritos comparáveis. 

A confiabilidade é uma questão de veracidade e cópia exata. 

Escritos que são historicamente e fatalmente corretos e que foram fielmente preservados ao longo do tempo seriam considerados confiáveis. 

Níveis mais elevados de verificação histórica e melhor confiança na transmissão facilitam a determinação de se uma obra antiga é digna de confiança.

 Por essas medidas, podemos considerar a Bíblia confiável.

Como acontece com qualquer obra histórica, nem todos os detalhes bíblicos podem ser diretamente confirmados. 

A Bíblia não pode ser acusada de insegura simplesmente porque contém partes que não podem ser confirmadas ou que ainda não foram confirmadas. 

O que é razoável é esperar que seja exata onde puder ser verificada.

 Este é o principal teste de confiabilidade, e aqui a Bíblia tem um histórico estelar. Muitos de seus detalhes históricos não só têm sido confirmados, mas certas porções das quais uma vez se duvidava foram posteriormente verificadas pela arqueologia.

Por exemplo, achados arqueológicos na década de 1920 confirmaram a presença de cidades parecidas com Ur, descrita em Gênesis 11, cuja existência tinha sido anteriormente duvidada por alguns céticos.

 Gravuras descobertas em uma tumba egípcia retratam a instalação de um vice-rei de uma forma que corresponde exatamente à descrição bíblica da cerimônia envolvendo José (Gênesis 39). 

Tábuas de argila que datam de 2300 aC foram encontradas na Síria, apoiando fortemente relatos, vocabulário e geografia do Antigo Testamento. Os céticos duvidaram da existência dos hititas (Gênesis 15:20; 23:10; 49:29), até que uma cidade hitita, com registros completos, foi encontrada na Turquia.

 Existem dezenas de outros fatos do Antigo Testamento que têm sido apoiados pela descoberta arqueológica.

Mais importante ainda, nenhum fato apresentado no Antigo ou Novo Testamento tem sido invalidado.

 Esta confiabilidade histórica é crucial para a nossa confiança em outras declarações feitas nas Escrituras.

Até mesmo as ocorrências "milagrosas" de Gênesis têm base probatória que podemos reivindicar hoje.

 Registros babilônicos antigos descrevem uma confusão de línguas, de acordo com o relato bíblico da Torre de Babel (Gênesis 11:1-9). 

Estes mesmos registros descrevem uma inundação mundial, um evento presente em literalmente centenas de formas em culturas de todo o mundo.


Os locais onde Sodoma e Gomorra (Gênesis 19) uma vez existiram foram encontrados, exibindo evidências de destruição ardente e violenta.

 Até mesmo as pragas do Egito e o êxodo resultante (Êxodo 12:40-41) têm suporte arqueológico.

Esta tendência continua no Novo Testamento, onde os nomes de várias cidades, autoridades políticas e eventos têm sido repetidamente confirmados por historiadores e arqueólogos. 

Lucas, o escritor desse evangelho e do livro de Atos, tem sido descrito como um historiador de primeira linha por sua atenção aos detalhes e relatórios precisos. Nos escritos de tanto o Antigo quanto o Novo Testamento, a Bíblia se prova confiável onde quer que possa ser verificada.

A cópia exata também é um fator importante na confiabilidade da Bíblia. 

Os escritos do Novo Testamento foram compostos dentro de algumas décadas dos acontecimentos que descrevem, muito cedo para que alguma lenda ou mito ultrapassasse a história real.

 Na verdade, a estrutura básica do evangelho pode ser datada a um credo formal apenas alguns anos depois da crucificação de Jesus, de acordo com a descrição de Paulo em 1 Coríntios 15:3-8.

Os historiadores têm acesso a um enorme número de manuscritos, provando que o Novo Testamento foi de forma confiável e rápida copiado e distribuído.

Isto dá ampla confiança de que o que lemos hoje representa corretamente a escrita original.


O Antigo Testamento também mostra toda a evidência de ser confiavelmente transmitido. Quando os Manuscritos do Mar Morto foram descobertos na década de 1940, eram 800 anos mais velhos do que quaisquer outros manuscritos disponíveis. 

Comparar manuscritos mais novos com os mais velhos mostrou uma abordagem meticulosa à transmissão, mais uma vez aumentando a nossa confiança de que o que temos hoje representa os textos originais.


Todos esses fatores dão razões objetivas para podermos considerar a Bíblia confiável.

 Ao mesmo tempo, é extremamente importante examinar esses mesmos fatores em outros textos que usamos para escrever nossos livros de história. 

A Bíblia tem, de longe, um apoio mais empírico, um tempo mais curto entre a escrita original e as cópias sobreviventes, e um maior número de manuscritos de origem do que qualquer outro trabalho antigo.

Por exemplo, há dez cópias das obras de Júlio César, com a mais antiga sendo de cerca de 1.000 anos depois dele a tê-la escrito, sem nenhuma maneira de se saber quão bem essas cópias representam as originais. Há oito cópias das obras do historiador Heródoto, com a mais antiga de 1.400 anos depois dele a tê-la escrito. 

Os arqueólogos encontraram 643 cópias manuscritas das obras de Homero, permitindo-nos uma confiança de 95 por cento no texto original.
Para o Novo Testamento, existem atualmente mais de 5.000 manuscritos, com a maioria das cópias iniciais em qualquer lugar de 200 a 300 anos mais tarde, e algumas a menos de 100 anos mais tarde. Isso dá uma margem de confiança de mais de 99 por cento no conteúdo do texto original.

Em suma, não só temos razões objetivas para reivindicarmos que a Bíblia é confiável, mas não podemos duvidar de sua credibilidade antes de jogarmos fora quase tudo que sabemos da história antiga.

 Se as Escrituras não passarem um teste de confiabilidade, nenhum registro daquela era pode.

 A confiabilidade bíblica é comprovada tanto em sua precisão histórica quanto na sua transmissão precisa.

 

Números




O livro de Números deriva seu nome em nossas Bíblias em português, como nas versões latina e grego, dos dois censos nele narrados. 

 Em realidade, o livro forma uma divisão de um conjunto maior, o Pentateuco.

 Entre os escribas judeus ele era conhecido principalmente pelo nome de "no deserto", que em hebraico é uma só palavra, "bemidbar", título tomado do primeiro versículo.

 É um título apropriado, de vez que o tema do livro gira em torno das virtudes e vitórias do
povo de Israel desde o dia em que deixou a zona sul do Sinai até chegar às fronteiras da Terra Prometida.

O livro de Números parece, às vezes, constituir uma coleção não muito estruturada de informações, narrativas e rituais ou lei civil.

 Contudo, estas informações são sempre pertinentes à história, ao passo que os
pronunciamentos legais surgem, com frequência, das exigências da situação na vida, tal como a autorização para celebrar uma páscoa especial (9:1-14) em circunstâncias que impediam a observância da páscoa regular; ou o pedido das filhas de Zelofeade (27:1-11) cujo resultado foi que Deus estabeleceu medidas para a herança das filhas
quando não houver filho sobrevivente.

No aspecto histórico, o livro de Números começa onde termina o Êxodo, dando lugar necessariamente às seções de narrativas dispersas de Levítico. Abrange um período de aproximadamente 40 anos na história da caminhada de Israel sobre a Palestina. 

Conquanto estes anos descrevam, em geral, a peregrinação, é evidente que o povo residiu ao sul de Canaã, principalmente na zona conhecida como o Neguebe, não muito distante de Cades  Barnéia, durante 37 anos. No decorrer desse período, o tabernáculo foi o ponto central tanto da vida civil como da religiosa, visto como era aqui onde Moisés exercia suas funções administrativas. 

Presume-se que o povo seguia os costumes dos povos nômades, vivendo em tendas e apascentando os rebanhos nas estepes semi áridas. 

Nestas circunstâncias, o povo necessitava da provisão especial divina de alimentos e água.

No livro de Números, Deus é apresentado como um soberano que exige absoluta obediência à sua santa vontade, mas que também demonstra misericórdia ao penitente e obediente. Assim como o pai educa e castiga os filhos. Deus dirige a Israel, seu povo amado. Escolhe entender-se com o homem servindo-se de mediadores. Destes, Moisés é único, embora outros talvez estejam dotados de dons proféticos e até mesmo um pagão, Balaão, pode ser usado, visto como Deus é o Deus dos espíritos e de toda a carne.

No Novo Testamento se encontram diversas referências ao livro de Números, em que o livramento do Egito é considerado como modelo terreno da redenção eterna. Afirma-se que as experiências no deserto estão registradas para nossa admoestação (I Coríntios 10:11). 

Nosso Senhor Jesus Cristo referiu-se ao incidente da serpente de bronze como ilustração da forma em que ele próprio será levantado a fim de que os que creem nele não pereçam mas tenham a vida eterna.

Autor:
Tanto judeus como cristãos tradicionalmente têm considerado Moisés o autor do livro de Números. 

Considerando que o período mosaico é, quando menos, de 1300 anos antes de Cristo, o livro, em sua forma atual, passou por muitas mãos, e mesmo no hebraico tem sido transcrito
de um tipo de escritura para outro. 

Sem dúvida, existem aqui e acolá adições redatoriais. 

Expoentes extremos da crítica literária têm procurado negar que Moisés pudesse ter escrito qualquer parte do livro, e têm procurado dividi-lo em documentos que datam de períodos
diferentes da história de Israel.

 Todavia, os descobrimentos arqueológicos têm demonstrado a antiguidade das leis, das instituições e das condições de vida descritas no livro de Números.

 A opinião de que o livro de Números procede da pena de Moisés e do período no qual ele
viveu é apoiada, também, pela profunda veneração que os judeus tinham por Moisés e pelos escritos sagrados a ele atribuídos.

sábado, 14 de março de 2026

O que acontece depois da morte? video

Dentro da fé cristã, há uma quantidade significativa de confusão sobre o que acontece após a morte. Alguns sustentam que após a morte, todos "dormem" até o julgamento final, após o qual todo mundo vai ser enviado para o céu ou inferno. Outros acreditam que no momento da morte, as pessoas são imediatamente julgadas e enviadas aos seus destinos eternos. Outros ainda afirmam que quando as pessoas morrem, suas almas/espíritos são enviados a um paraíso ou inferno "temporários" para aguardar a ressurreição final, o julgamento final e, em seguida, a conclusão do seu destino eterno. Então, o que exatamente a Bíblia diz que acontece depois da morte?


Em primeiro lugar, para os que acredita em jesus Cristo, a Bíblia nos diz que após a morte as almas/espíritos dos crentes são levados para o céu porque os seus pecados foram perdoados por terem recebido e aceitado  a Cristo como Salvador (João 3:16, 18, 36). Para os cristãos, a morte é "deixar o corpo e habitar com o Senhor" (2 Coríntios 5:6-8; Filipenses 1:23). No entanto, passagens como 1 Coríntios 15:50-54 e 1 Tessalonicenses 4:13-17 descrevem os cristãos sendo ressuscitados e tendo corpos glorificados. Se os cristãos ficarão com Cristo imediatamente após a morte, qual é o propósito desta ressurreição? Parece que, embora as almas/espíritos dos cristãos estejam com Cristo imediatamente após a morte, o corpo físico permanece na sepultura "dormindo". Na ressurreição dos crentes, o corpo físico é ressuscitado e glorificado e, em seguida, reúne-se com a alma/espírito. Este reunião do corpo-alma-espírito glorificados será a posse dos cristãos por toda a eternidade nos novos céus e nova terra (Apocalipse 21-22).

Em segundo lugar, para aqueles que não recebem a Jesus Cristo como Salvador, a morte significa punição eterna. No entanto, semelhante ao destino dos crentes, os descrentes também parecem ser enviados imediatamente para um local de armazenamento temporário a fim de aguardar a sua ressurreição e julgamento finais, assim como o seu destino eterno. Lucas 16:22-23 descreve um homem rico que está sendo atormentado imediatamente após a morte. Apocalipse 20:11-15 descreve todos os descrentes mortos ressuscitando, sendo julgados no grande trono branco e, em seguida, sendo lançados no lago de fogo. Os incrédulos, então, não são enviados para o inferno (lago de fogo) imediatamente após a morte, mas a um reino temporário de julgamento e condenação. No entanto, embora os incrédulos não sejam imediatamente enviados ao lago de fogo, o seu destino imediato após a morte não é agradável. O homem rico gritou: "estou atormentado nesta chama" (Lucas 16:24).

Portanto, após a morte, uma pessoa reside em um paraíso ou inferno "temporário". Após este reino temporário, na ressurreição final, o destino eterno de uma pessoa não vai mudar. O "local" preciso desse destino eterno é o que muda. Os cristãos, no fim das contas, terão acesso à entrada nos novos céus e nova terra (Apocalipse 21:1). Os incrédulos serão finalmente enviados ao lago de fogo (Apocalipse 20:11-15). Estes são os destinos finais e eternos de todas as pessoas - com base inteiramente em sua decisão de confiar em Jesus Cristo para a salvação ou não (Mateus 25:46; João 3:36).



RESUMO DO LIVRO DE LEVITICO

Conforme diz o nome, Levítico, o terceiro livro de Moisés ressalta a
função dos sacerdotes de Israel, membros da tribo de Levi aos quais
Deus escolheu para prestar serviços em seu santuário (Deuteronômio
10:8). Portanto, muitos crentes pensam que o Levítico é uma espécie de
manual técnico que orientava os antigos sacerdotes nos pormenores
das cerimônias que o povo de Deus já deixou de observar, e por isso
mesmo, o Levítico é hoje o menos prezado dos livros do Pentateuco.
Contudo, devemos afirmar que sua mensagem estava dirigida
originariamente a todos os crentes (Levítico 1:2), e suas verdades
continuam sendo de principal significado para o povo de Deus, visto que
o Levítico constitui a primeira revelação pormenorizada do tema vivo do
Grande Livro em geral, isto é, a revelação da forma mediante a qual
Deus restaura o homem perdido. Tanto a atividade redentora de Deus
como a conduta do homem que se apropria de tal redenção se acham
resumidas no versículo chave, que diz: "Ser-me-eis santos, porque eu,
o Senhor, sou santo, e separei-vos dos povos, para serdes meus
"(20:26).
A fim de realizar a salvação e restaurar o homem ao seio de seu
Criador, é preciso prover um meio de acesso a Deus. A primeira metade
do Levítico (capítulos 1 a 16) apresenta-nos, assim, uma série de
medidas de caráter religioso que representam a forma mediante a qual
Deus redime os perdidos, separando-os de seus pecados e suas
consequências. Os diversos sacrifícios (capítulos 1 a 7) eram figuras,
por assim dizer, da morte de Cristo no Calvário, onde aquele que não
tinha pecados sofria a ira de Deus em nosso lugar, para que
pudéssemos ser salvos de nossa culpa (II Coríntios 5:21; Marcos 10:45).
Os sacerdotes levíticos (capítulos 8 a 10), prefiguravam o serviço fiel de
Cristo ao efetuar a reconciliação pelos pecados do povo (Hebreus 2:17).
As leis da limpeza e purificação (capítulos 11-15) deviam constituir-se
em lembranças perpétuas do arrependimento e da separação da
impureza, que deve caracterizar os redimidos (Lucas 13:5), enquanto o
dia culminante do culto de expiação (capítulo 16) proclamava o perdão
de Deus para os que se humilhassem mediante uma entrega fiel a
Cristo, o qual proporcionaria acesso ao próprio céu (Hebreus 9:24).
Mas a salvação não é apenas separação do mal: abrange uma união
positiva ao que é bom, justo. De modo que a segunda metade do
Levítico (capítulos 17-27) apresenta uma série de padrões práticos do
que o homem deve aceitar a fim de viver uma vida santa. Esta conduta
prática inclui expressões de devoção em assuntos cerimoniais (capítulo
17), na adoração (capítulos 23 a 25), mas giram em torno de assuntos
de conduta diária do amor sincero a Deus, e citando desta parte do
Levítico: "Amarás o teu próximo como a ti mesmo" (19:18).
Em sua forma, Levítico existe principalmente como legislação expressa
por Deus: "Chamou o Senhor a Moisés e... disse: Fala aos filhos de
Israel, e disse-lhes..."(1:1-2), As duas narrativas históricas (capítulos 8 a
10 e 24:10-22) servem-nos de pano de fundo para assuntos de caráter
legislativo: e a única variante em sua forma, o sermão final de exortação
de Moisés (capítulo 26), é seguido de um apêndice de leis que regulam
matérias que em si mesmas não são obrigatórias (capítulo 27).
Autor:
Em mais de 50 pontos em seus 27 capítulos, o Levítico afirma ser
palavra de Moisés dirigida por Deus. O Novo Testamento também cita o
livro ao dizer: "Ora, Moisés escreveu..."(Romanos 10:5). Os críticos que
relegam o Levítico a um milênio depois de Moisés, fazem-no a expensas
da integridade da evidência bíblica. As Sagradas Escrituras descrevem o
Levítico como livro dado a Israel pouco depois que os israelitas foram
adotados como o povo da aliança de Deus (Êxodo 19:5). Fora-lhes dada
a lei moral básica, o Decálogo (Êxodo 29:43; 40:34). A seguir, vem o
Levítico, segundo Deus o havia prometido (Êxodo 25:22), como guia
para a conduta e para a adoração. Sua legislação e seus
acontecimentos abrangem tão-somente algumas semanas de tempo,
desde o levantamento do tabernáculo por parte de Moisés (Êxodo20:17),
até à partida de Israel do monte Sinai, menos de dois meses depois
(Números 10:11), no mês de maio de 1445 a.C., segundo datas fixadas
pela maioria dos exegetas evangélicos

 

Como deve um cristão enxergar o vício?

A palavra vício tem dois significados básicos. O primeiro é "a condição de ser fisiologicamente ou psicologicamente dependente de uma substância viciosa." Aqueles que são viciados, "dados a muito vinho" (Tito 1:7, 2:3, 1 Timóteo 3: 3) ou "inclinados a muito vinho" (1 Timóteo 3:8) são desqualificados de ensinar ou manter uma posição de autoridade na igreja. É claro que a liderança da igreja precisa ser sóbria e autocontrolada de modo que, pelo seu exemplo, eles podem ensinar os outros a serem o mesmo, pois sabemos que "bêbados…. Não herdarão o reino de Deus" (1 Coríntios 6:10). Os cristãos não deve ser dependentes do álcool, e é lógico que isso também se aplica à dependência de qualquer outra substância, ou seja, drogas, pornografia, apostas, gula, tabaco, etc.

A segunda definição de vício é "o estado de se ocupar com ou se envolver em algo de forma habitual ou compulsiva." Isto fala de uma obsessão nada natural (para o cristão, pelo menos) com outra coisa senão Deus: esportes, trabalho, compras e/ou adquirir "coisas", ou até mesmo a família ou filhos. Devemos amar, "pois, o SENHOR, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua força" (Deuteronômio 6:5). Isso é, de acordo com Jesus, o primeiro e maior mandamento (Mateus 22:37-38). Podemos concluir, então, que um vício é aquilo que colocamos na frente de DEUS. Deus deve ser a nossa única busca habitual. Ocupar-nos com qualquer outra coisa nos afasta dele e lhe desagrada. Só Ele é digno de nossa total atenção, amor e serviço. Oferecer essas coisas a qualquer outra coisa ou pessoa é idolatria.